domingo, 30 de dezembro de 2012

Coisas engraçadas que a vida tem

O meu amigo colorido (não é o Chefe A., é um amigo meu com quem às vezes pinto o arco-íris, if you know what i mean...) é tudo, tudo, tuuudo o que eu poderia querer num homem. É o meu estilo dos pés à cabeça, giro, engraçado, intelectual, esperto, tem super bom gosto e é tão simples quanto cativante. E o mais engraçado disto é que quando eu quiser uma relação duradoura não vou encontrar ninguém parecido.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Sou a minha pior inimiga

Quando erro ou quando me engano em alguma coisa que poderia ter feito bem da primeira vez. Fico chateada, fico de mau humor, fico com vontade de arrancar cabelos e com vontade de me bater a mim própria por às vezes ser tão parvinha e burrinha.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Os homens são seres básicos

Nunca na vida tive uma pessoa aparentemente interessada em mim sem, vamos dizê-lo de forma elegante, se fazer ao bife. Normalmente se um espécime masculino se mostra interessado em mim e o interesse é recíproco não demora muito até a coisa avançar. É por isso que o Chefe A. me faz ferver o sangue. Provoca, provoca, diz que quer, que fazia isto e aquilo mas depois é vê-lo quietinho de rabinho entre as pernas quando eu o provoco (i'm a bad, bad girl). Hoje resolvi fazer diferente: ignorei-o, respondi-lhe de forma evasiva e não foram precisos 3 segundos para que se chegasse ao pé de mim e se pusesse a fazer festinhas e a perguntar o que é que se passava. Quanto mais me bates, mais eu gosto de ti, certo?

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

É isto, o amor

A primeira coisa que a minha mãe disse quando me viu ontem, depois de semanas e semanas sem me ver:

- Ai menina, estás tão gorda!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Gosto de pessoas simples. De pessoas de ideias fixas. De pessoas seguras. De pessoas claras.

Para complicada já basto eu.

domingo, 23 de dezembro de 2012

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Error: memory not found

Acredito fortemente que esquecemos os maus momentos da nossa vida de propósito para conseguirmos seguir em frente de cabeça erguida. Acredito porque acontece comigo. Mesmo que me esforce muito, são poucos os momentos da minha infância de que me recordo. E faz-me feliz que o meu cérebro tenha decidido armazenar memórias mais recentes ao invés das antigas. Se eu me lembrasse todos os dias do quão infeliz foi a minha infância, dificilmente conseguiria ser a pessoa que sou. Agora só não sou feliz todos os dias porque sou picuinhas e tenho mau-feitio, de resto, servem-me as pequenas memórias de infância que tenho para me lembrar do quão mal já estive e do quão bem estou agora e de como se me esforçar mais um bocadinho não há nada que me possa deixar infeliz.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Notas soltas

Como já devem ter percebido, ultimamente não ando a fazer mais nada do que trabalhar e dormir. Por isso são raros os dias em que ligo o computador e raros os dias em que me apetece dizer alguma coisa. Por enquanto, e até eu ter mais tempo, os posts vão ser mais compridos e vou falar de tudo o que me apetecer no momento. Quando eu tiver mais vontade, volto ao esquema antigo.

Então vamos lá às ultimas novidades/pensamentos/devaneios:

1) O meu colega de trabalho que está interessado em mim vai brevemente deixar de estar, porque eu não sou capaz de lhe alimentar esperanças. Não tenho mesmo o mínimo interesse nele e ele não me quer só para amiga. Já lhe disse que não adiantava, que não estou mesmo para lá virada, que mesmo que fôssemos sair para ver no que dá, não ia dar em nada. Acho que ninguém tem de andar a suspirar por mim em vão.

2) O chefe A. dá-me cabo dos nervos. Juro que estou a ficar maluca. De vez em quando, sai-se com frases do género "Qualquer dia mordo-te o lábio". E depois eu tenho de aguentar, impávida e serena, que chegue o dia em que ele faz o que promete. Não sei se algum dia vai mesmo fazer, não sei se diz as coisas só porque sim. Só sei é que tanto faço-não-faço aumenta-me a vontade de lhe arrancar um bife.

3) Não percebo como é que as pessoas conseguem ser tão snobes. Juro que não compreendo. Ter dinheiro por acaso obriga a que as pessoas tenham nariz empinado e sejam mal-educadas? Fónix, se vocês soubessem a quantidade de gente estúpida que eu tenho aturado ultimamente!

4) Os meus clientes favoritos são os turistas estrangeiros. E não é só pelas gorjetas, que são sempre de 2€ para cima (ontem uns deram-me 5 euros, hoje outros deram-me 6), é também porque são suuuuuuuper bem-educados. Se eu for a uma mesa 50 vezes levar alguma coisa ou perguntar alguma coisa, levo sempre 50 sorrisos e 50 Thank you very much! Dá gosto servir pessoas assim!

5) Adorava poder gastar um ordenado inteiro em coisas para mim. Malas, cremes, camisolas, livros, pijamas. Sabem aquelas pessoas que dizem que o primeiro ordenado é para gastar e que a partir daí é que se começa a poupar? Eu ainda não tive oportunidade de fazer isso, mas assim que consiga juntar mais uns trocos, vou ser consumidora compulsiva por um dia.

6) Não consigo parar de comer. Não me consigo fartar de pizza e massas. Não me consigo fartar de comer gomas. Se não estou a trabalhar e a dormir, estou a comer que nem um porco. Acho que é o mecanismo de defesa que o meu corpo adopta já que não posso comer outras coisas (If you know what I mean). Agora que falo nisso, está-me mesmo a apetecer um Grego da Danone.

domingo, 16 de dezembro de 2012

De como eu seria muito mais feliz se me deixassem estar sossegada

Tenho um colega de trabalho interessado em mim. Já mo disse com todas as letras. Já me disse que me acha linda, que me acha perfeita, que me acha especial, que me acha diferente. E a isto eu respondi que não estou minimamente interessada nele dessa forma. Dá-me pena, porque o rapaz é simpático, jeitoso e bonitinho (e tem uns olhos azuis maravilhosos) e convenhamos, não é todos os dias que alguém nos vem dizer na cara que está interessado em nós. Maaaas, não me causa arrepios na espinha, não me faz corar, não me faz tremer as mãos. Aliás, quando olho para ele é como se olhasse para uma pessoa da minha família. Mas lá lhe disse que não, agora não ia dar, mas quem sabe um dia mais tarde, ao que ele respondeu que já tinha percebido o meu interesse pelo chefe A. [VALHA-ME DEUS, SOU TÃO TRANSPARENTE!] E continuou a dizer que notava a maneira como eu olhava para ele e como eu falava com ele e etc etc. E eu lá tive de lhe explicar que a minha coisa, chamemos-lhe coisa, com o chefe A. é diferente, que somos muito amigos, que ele não está minimamente interessado em mim e voltei a dar-lhe esperanças de que um dia possa acontecer qualquer coisa. E sabem que mais? Não me vou arrastar por quem não se interessa por mim. Agora não sei é se me deixe estar sossegada no meu canto ou se aproveite para conhecer o rapaz melhor. Assim como assim, a amizade estará garantida à partida. E eu tenho é de aproveitar quando alguém gosta de mim, coisa que não acontece com muita frequência.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Gostava de compreender

Porque é que não tenho jeito nenhum para a cozinha.

Se faço um bolo, sai enqueijado. Se faço bolachas, saem a saber mal. Se faço uma tarte, a primeira massa vai sempre para o lixo.

E quando é para levar para algum lado então é para esquecer! Hoje pus-me a fazer uma tarte de pêra para levar para a festa de natal do trabalho e tive de usar massa folhada porque a porcaria da mistura de massa que fiz não me saía bem de maneira nenhuma. Se ouvirem amanhã nas notícias que um grupo de pessoas foi parar ao hospital por intoxicação alimentar, já sabem: a culpa é minha e do meu jeito desgraçado para as artes de pastelaria.