segunda-feira, 22 de abril de 2013
Mandamentos para a vida
Nunca, sob circunstância alguma, descerás dos teus saltos altos (figurativos, no meu caso).
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Coisas do coração
Há colegas meus de curso que se derretem com crianças. Outros com as grávidas. Outros deliram com os doentes mentais. Já eu, bom... eu gosto de adultos. Gosto da comunicação que é feita ao mesmo nível. Gosto de os perceber da mesma maneira que me percebem a mim. Gosto dos problemas de adulto, gosto dos tratamentos que se fazem aos adultos. Gosto de puncionar adultos, de fazer ensinos a adultos, de das injecções a adultos, de fazer pensos a adultos, de fazer consultas a adultos, da diabetes, da hipertensão, das dores lombares. Gosto de quando têm a família às costas, gosto quando o marido ralha com a mulher no consultório e vice-versa. Gosto do casamento. Gosto da confiança de adulto. As crianças são fofinhas e cutxi-cutxi, mas não são para mim. O meu coração bate pelos cuidados aos adultos.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Aprendam comigo que eu não duro para sempre
Não se diz 'pssst, venha cá' nem se estalam os dedos para se chamar um empregado num restaurante. Não somos os vossos animais de estimação, sim?
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Expliquem-me senhores, expliquem-me
Porque é que ainda há homens que põem gel no cabelo. É que isso dá-vos um ar tão chunga, tão labrego, tão vitelinho-acabado-de-lamber-mas-de-uma-forma-não-fofa...
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Telegrama
Muito trabalho.
Muito para estudar.
Poucas horas para dormir.
Zero horas para passear.
Zero horas para me divertir.
Zero horas para aproveitar a vida.
E o tempo, que está tão frio?
E eu, que estou em abstinência total de relações coloridas e não coloridas? É caso para dizer Abrósio, apetecia-me algo... diferente!
E como é que há pessoas que arranjam tempo para vir cá escrever todos os dias, várias vezes ao dia e ainda comentar blogues?
Muito para estudar.
Poucas horas para dormir.
Zero horas para passear.
Zero horas para me divertir.
Zero horas para aproveitar a vida.
E o tempo, que está tão frio?
E eu, que estou em abstinência total de relações coloridas e não coloridas? É caso para dizer Abrósio, apetecia-me algo... diferente!
E como é que há pessoas que arranjam tempo para vir cá escrever todos os dias, várias vezes ao dia e ainda comentar blogues?
terça-feira, 2 de abril de 2013
Podem gozar comigo e bater-me com um chicote, que eu mereço
Mas eu admito: sei uma música do Justin Bieber de cor.
[ooooh, shame on me!]
[ooooh, shame on me!]
Crescer
Nos meus tempos malucos de pré-adolescente sempre fui uma acérrima defensora da máxima - o que é bom é para se ver. Vai daí, era ver-me de saias minúsculas e de tops com decotes até ao umbigo (não sei para mostrar o quê, visto que eu era mais lisa que uma tábua de engomar). Mas de há uns anos para cá baixou em mim um decoro tal que não suporto ver gente seminua, quanto mais eu andar despida (excepto na praia, na praia já é outra coisa). Acho que os grandes decotes e os micro calções e micro vestidos são só uma grande chamada de atenção. Acho que dá ar de badalhoca, vá. No outro dia uma amiga minha resolveu aparecer à minha frente de micro top e mamas saltitantes quase a descoberto. De 10 em 10 segundos eu só conseguia dizer "não tens frio?", "não vês que estás com as mamas à mostra?", "olha para isso, não tens vergonha?". Baixou em mim uma velha púdica tal que nem eu própria me consigo sentir confortável com decotes, por muito pequenos que sejam. Acho que se é para chamar a atenção, chama-se com o olhar, com o sorriso, com a conversa ou com os gestos. Mostar tudo assim à maluca em jeito de "olhem para mim, olhem para mim, olhem para mim" só dá ar de desespero. E de badalhoca, já mencionei o ar de badalhoca?
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